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Arquivo da categoria ‘Artigos’

Artigos    + 12/10/18

Reflexões sobre as eleições de outubro

Josias-1

*Josias Gomes

Quero expressar meu orgulho pela expressiva votação do companheiro Rui Costa, que foi reeleito governador da Bahia, no primeiro turno, com 5 milhões 096 mil e 062 votos, correspondente a 75,50% dos votos válidos, uma das maiores vitórias ao governo do Estado em todo o Brasil.

Essa votação maciça demonstra o reconhecimento do povo baiano ao seu trabalho desenvolvido em todas as cidades de todas as regiões do Estado. Prova disso é que Rui Costa venceu seu principal adversário em 414 dos 417 municípios baianos.

O governador reeleito priorizou em sua primeira gestão as áreas da Educação, Saúde, Segurança Pública, e Infraestrutura, beneficiando os moradores de todo o Estado, tanto os do interior como os de Salvador – onde obteve 893.669 votos (72,23%) contra apenas 23,62% do seu principal adversário.

Todos receberam tratamento igualitário, o que pode ser comprovado no reconhecimento dos moradores das cidades baianas.

Rui Costa também conseguiu eleger os dois senadores de sua chapa majoritária. O ex-governador Jaques Wagner (PT) foi o mais votado, com 4 milhões 253 mil e 331 votos (35,71%). Já o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Ângelo Coronel, obteve 3 milhões 927 mil e 598 votos (32,97%).

Haddad venceu com folga na Bahia –  O nosso candidato à presidência da República, Fernando Haddad 13, conquistou uma enorme votação na Bahia, obtendo 4 milhões 441 mil e 955 votos – 60,28% do total – contra apenas 23,41% de seu principal adversário. E essa votação de Haddad aumentará expressivamente no dia 28, quando acontecerá o segundo turno da eleição presidencial, para varrermos para o lixo da história a ameaça totalitária do candidato reacionário, que ataca as mulheres, os negros, os nordestinos, os pobres, e as minorias do movimento LGBT, entre outros setores da população brasileira.

Quero aqui também agradecer aos eleitores baianos, que votaram na minha candidatura Josias Gomes 1312 a deputado federal. Renovei meu mandato com 115.571 votos obtidos em toda a Bahia.

Fui o sétimo candidato mais votado da bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) e o 14º entre os 39 deputados eleitos pela Bahia para a Câmara Federal.

Durante minha campanha, visitei mais de 100 municípios e fui apoiado por dezenas de prefeitos, vereadores, ex-vereadores e lideranças políticas da maioria dos 417 municípios baianos. Também participei ativamente da campanha do governador Rui Costa, reeleito com 75,50% dos votos válidos.

Quero agradecer a todos os prefeitos, vereadores, e lideranças políticas de toda a Bahia, que caminharam junto comigo nesta árdua campanha. Também aos candidatos a deputado estadual com quem fiz dobradinhas, e ao povo da maioria dos 417 municípios baianos – em especial aos moradores daquelas 402 cidades em que fui votado.

Isso tudo possibilitou essa minha expressiva votação.

Agora é arregaçar ainda mais as mangas da camisa e prosseguir com meu trabalho, que visa promover o desenvolvimento econômico e social dos municípios baianos e a melhoria de vida dos trabalhadores desta querida Bahia.

Neste momento, convoco todos os baianos a se empenharem ainda mais para garantir a vitória de Fernando Haddad (PT) como presidente da República no segundo turno da eleição que acontecerá no dia 28 deste mês.

Isso é fundamental para derrotarmos a direita, que já tirou muitos benefícios dos trabalhadores brasileiros, e garantirmos a defesa da democracia contra a ameaça totalitária representada pelo adversário de Haddad 13.

* Deputado federal reeleito pelo PT da Bahia com 115.571 votos

Artigos    + 10/08/18

Planalto: Artigo do vereador Danilo em apoio à candidatura de Josias Gomes a deputado federal

Vereador 1
* Por Danilo Moreira Campos
 
Josias Gomes e Rui Costa

“Em mais de 1 ano de mandato, tenho buscado desenvolver cada vez mais projetos – sempre pautados pela discussão de ideias – que ajudem a desenvolver e a melhorar a qualidade de vida da população.

Em Planalto acredito que a política se afirma enquanto instrumento de transformação da sociedade. É com base nesses critérios que decidi apoiar a candidatura do companheiro Josias Gomes para deputado federal e a de Rui Costa a governador para que a Bahia continue crescendo cada vez mais.

Em tempos de profunda crise política ainda nos resta a esperança em pessoas que possam nos ajudar a transformar este cenário. Não tenho dúvidas que Planalto só têm a ganhar com a força, coragem, capacidade, e a ajuda desse grande companheiro.

E na defesa do direito do presidente Lula se candidatar, Josias contribui para que o PT retome o seu protagonismo na luta por um Brasil mais justo, mais igual, com menos assistencialismo, menos coronelismo, e mais políticas públicas!

Vamos em frente camarada!”

* Danilo é vereador atuante na Câmara Municipal de Planalto

#josiasgomes

#ruicorreria

#lulalivre

Artigos    + 04/05/18

Carta aberta ao presidente Lula

“A liberdade o aguarda, assim como o esquecimento aguarda seus algozes”.
 
Por Josias Gomes*
 

“Vendo o sol a brilhar no céu celeste

No impacto da seca cruciante

Já não posso apelar pros governantes que não lembram do Nordeste

Michel Temer roubando feito a peste

Aumentando o petróleo e a energia

Cortou o tempo da aposentadoria, toda minha esperança se consome

Se eu parar de cantar morro de fome que a cantiga é meu pão de cada dia

Quando Lula era nosso presidente

Ganhei casa, Samu, bolsa família, comprei carro, troquei minha mobília, comprei tudo que quis pra minha gente

Nordestino ganhou vida decente e almoçava em qualquer churrascaria

Hoje se eu não fizer a cantoria lá em casa onde eu moro ninguém come.

Se eu deixar de cantar morro de fome que a cantiga é meu pão de cada dia”.

(Sabedoria popular expressa nos versos de repentistas nordestinos)

Josias na Câmara
 

Caro presidente Lula

A vontade de te escrever esta carta aberta surgiu por uma série de motivos.

O primeiro foi a desfaçatez do déspota de plantão, que foi à TV comparar-se com José Joaquim da Silva Xavier, o Tiradentes. Além de desrespeito ao nosso primeiro mártir da Independência, isto é um desrespeito a você, que todo mundo sabe e considera o nosso Tiradentes do século XXI.

Outro motivo foi a decisão desta juíza, de primeira instância, de Curitiba, proibindo a visita de Adolfo Perez Esquivel, prêmio Nobel da Paz, e de Leonardo Boff, um dos mais importantes teólogos do Cristianismo de todos os tempos.

Outro motivo foi a agressão a você e aos participantes da sua caravana pela cidadania por pessoas que pregam o ódio e a intolerância política.

Tenho a certeza de que a grande maioria do povo brasileiro está solidário com você nesta cela de Curitiba.

Personagens históricos que dispensam apresentação, Anita e Giuseppe Garibaldi, a “heroína e o herói de dois mundos”, foram combatentes libertários, e testemunhas vivas até hoje da liberdade das paixões e da paixão pela liberdade.

No Nordeste, outros dois revolucionários – expoentes da luta pela liberdade – foram o baiano Carlos Marighella e o pernambucano Joaquim da Silva Rabelo – Frei Joaquim do Amor Divino Rabelo Caneca -, mais conhecido como Frei Caneca, um dos mentores da Revolução Pernambucana.

Não tenho a menor dúvida de que se estivessem vivos todos eles também estariam tentando visitá-lo, assim como Perez Esquivel e Leonardo Boff.

Agora, todos estamos nesta situação, com você detido nos 15 metros quadrados de uma cela em Curitiba. Mas sei que há milhões de corações detidos com você, nesta cela a que o condenaram injustamente.

Como disse o Perez Esquivel, você liderou um movimento ascensional de dezenas de milhões de pessoas e famílias que saíram da miséria e da pobreza em direção a uma vida melhor. Além disto mostrou ao mundo e a nós mesmos o potencial de um país como o Brasil enquanto líder na promoção da paz internacional.

Sua injusta prisão é mais um lance dos poderosos, que não aceitam sua popularidade junto ao povo brasileiro e, por isso, querem impedir sua justa aspiração de novamente concorrer ao cargo de presidente do Brasil.

Sabem que se concorrer ganhará novamente – como nas duas vezes anteriores – e, assim, irá botar o Brasil outra vez no rumo certo. Com certeza, anulará os atos insanos desse desgoverno que tirou muitas das conquistas do povo brasileiro, obtidas durante seu governo e do Partido dos Trabalhadores (PT).

Essa elite reacionária odeia ver os mais pobres viajando de avião, cursando universidades – públicas e particulares -, comprando iogurte nos supermercados, e ascendendo socialmente.

Eles podem – como já fizeram – te prender, mas jamais prenderão o sonho do povo brasileiro. Jamais poderão abafar o grito das ruas, das pessoas clamando por sua liberdade e por um país mais justo.

Jamais conseguirão impedir o rio de seguir em direção ao mar, nem silenciar as massas.

Muito menos conseguirão impedir o povo brasileiro de expressar seu voto em Lula, no PT e na luta de toda a esquerda.

Eles nem sabem o que fazer, pois livre você será novamente o presidente mais amado da história. Preso você se torna referência de líder que não se dobra aos desmandos, como foi Nélson Mandela – que saiu da prisão para se tornar presidente da África do Sul.

E se ousarem te matar teu sangue tingirá o país de vermelho. E se tornará imortal, assim como Martin Luther King e muitos outros heróis que pagaram com a vida pelo sonho de justiça e igualdade social.

E como ele, poderá usar seu lema: “Eu tenho um sonho…”.

Mas tua liberdade, em breve, revolucionará os corações e mentes dos brasileiros.

Estamos todos com você, Lula.

Estamos lutando e vamos continuar lutando até a vitória.

Um abraço meu, dos baianos, dos nordestinos, e da maioria do povo brasileiro.

LULA LIVRE!

Josias Gomes

*Deputado federal pelo PT da Bahia

Artigos    + 15/04/18

Datafolha e as eleições 2018: Lula mantém dianteira bem longe do segundo colocado, mesmo após prisão.

Josias-Gomes

Datafolha e as eleições 2018: Lula mantém dianteira bem longe do segundo colocado, mesmo após prisão.

Por Josias Gomes*

Apesar do esforço de interpretação contrária a Lula e ao PT feito pela Folha, a nova pesquisa Datafolha revela um quadro amplamente favorável ao PT e às esquerdas, com o Centro e à direita fora das preferências dos eleitores.

A pesquisa foi feita após uma semana da prisão de Lula, e da forte propaganda contra o PT, e o companheiro Lula continua em ampla dianteira nas intenções de votos: 31% contra 15% do candidato de extrema direita.

Quando Lula é retirado do questionário, então a porca torce o rabo, o vazio eleitoral fica mais explícito. Cresce enormemente o número de votos nulos e brancos, enquanto 66% dos eleitores que dizem preferir Lula afirmam que votarão no candidato indicado pelo ex-presidente.

Isso prova que, mesmo que a direita consiga retirar Lula do quadro de presidenciáveis, a pesquisa mostra que transferência de votos a um candidato indicado por ele fará com que esse candidato esteja no segundo turno das eleições, o que prova a infrutífera ação da direita em excluir o ex-presidente do pleito de 2018.

Com Lula candidato, o Datafolha colheu os seguintes números: Lula (31%), Bolsonaro (15%), Marina (10%), Joaquim Barbosa (8%), Alckmin (6%), Ciro (5%), Álvaro Dias (3%), Manuela D’Ávila (2%), Collor (2%), Rodrigo Maia (1%), Meirelles (1%), Flávio Rocha (1%). Amoedo, Rabello, Boulos e Affif não pontuaram. Nulos e brancos (13%).

Sem Lula candidato, os números do Datafolha são os seguintes: Bolsonaro (não passa de 17%), Marina (vai de 15% a 16%), Joaquim Barbosa (varia de 9% a 10%), Ciro (9%), Alckmin (varia de 7% a 8%).

Enquanto isso, no Nordeste, entre 31% e 34% não teriam candidato, com Lula fora do jogo.

LULA LIVRE!

* Josias Gomes
Deputado Federal do PT da Bahia.

Artigos    + 13/02/18

Na Bahia, o povo diz o que quer da política

Josias Gomes
 
Secretário de Relações Institucionais do Estado e deputado federal licenciado
 
Termina o Carnaval, na Bahia e no Brasil, em meio ao qual as sombras que rondam a política brasileira pairaram ameaçadoras. O povo aproveitou a folia para expor veementemente sua insatisfação com os rumos do país.
 
Blocos, escolas de samba, grupos de foliões, expressões carnavalescas de diversos estados, de Norte a Sul do país, por suas alegorias, enredos, dizeres, marchinhas e fantasias reverberaram toda a insatisfação popular com o canhestro e ilegítimo governo federal, do momento.
 
No balanço desses dias, vai ser muito difícil encontrar algum exemplo de político que tenha testado sua popularidade, peito aberto, caminhando em meio ao povo, sem aparato de segurança, que tenha se saído bem.
 
Na Bahia, porém, há um belo exemplo de político de bem com o povo, no caso, o governador Rui Costa, do PT, que termina por redimir a própria política, sugerindo que o povo pode não estar propriamente insatisfeito com ela (a política).
 
Desde a Lavagem do Senhor do Bonfim, onde os possíveis candidatos costumam testar suas chances com o povo, especialmente em ano eleitoral, que é notável a diferença entre o tratamento popular dispensado a Rui Costa e o que é dedicado aos seus adversários.
 
Nesse ritmo, o clima que rondou a presença do governador foi, todo o tempo, de muita alegria, com Rui sempre aplaudido, por onde quer que caminhasse, desde o ato ecumênico que marcou o início do cortejo, até o seu final.
 
Na oportunidade, o povo soteropolitano, irmanado com gente vinda de toda a Bahia, e do país, não deixou margem a qualquer dúvida sobre o acerto das decisões do atual governo baiano no campo da mobilidade urbana, da saúde e da educação, exemplos para todo o país.
 
Agora, mesmo, no Carnaval, Rui Costa não arrumou qualquer desculpa que lhe permitisse fugir do povo, e, acompanhado da esposa, e poucos assessores mais diretos, caminhou sempre muito tranquilamente em meio aos foliões.
 
Por onde passava, Rui Costa era amplamente aplaudido, com o povo gritando o seu nome, buscando abraçá-lo, fazendo selfies, em passeios sem atropelos, embora cercado de muito calor humano a comprovar a aprovação dos baianos ao seu governo.
 
Ainda no Carnaval, Rui Costa foi prestigiar a saída do tradicional bloco Ilê Aiyê, onde sua presença foi saudada pelos brincantes e pelo povo. Também, nessa oportunidade, seus adversários arrumaram outra coisa para fazer e não foram.
 
São essas histórias do Carnaval e dos eventos mais tradicionais da Bahia que efetivamente revelam a enorme vantagem popular de Rui Costa, frente a seus adversários, o que enche de orgulho a todos aqueles, que, a meu exemplo, têm a honra de participar do seu governo.
 
Mas, retornando à questão: Haverá mesmo, no Brasil atual, uma rejeição popular à política? Afinal de contas, Rui Costa, é político, dos mais refinados, escolhido por Jacques Wagner para o governo, dentro de um processo claramente político e do mais amplo conhecimento público.
 
O que pode estar havendo, de verdade, é não um questionamento da política, mas, das práticas políticas em curso. Político correto, unindo discurso e prática, acertando na gestão, Rui é, na verdade, o exemplo escolhido pelo povo para dizer: “Olha, a política deve ser assim; o político que a gente quer é desse jeito”.
 
Somente com uma leitura correta da realidade é que será possível encontrar a saída para a atual crise de identidade que tanto atormenta o mundo político, o que recomenda atentar com muita acuidade para o fenômeno Rui, que é um político com clara definição partidária pelo PT e, ao mesmo tempo, detentor de amplo e inegável apoio popular.

Artigos    + 02/08/17

Denúncia contra Temer: MINHA POSIÇÃO

Josias Gomes – Deputado federal (PT)

A população brasileira, certamente, estará de olho na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 02, um dia histórico para a vida política brasileira.

Está em jogo, em primeiro lugar, a democracia que construímos, às duras penas, e a independência dos poderes, pois, obedecendo rigorosamente ao rito constitucional, o Supremo Tribunal Federal (STF) está pedindo ao Legislativo licença para investigar o presidente da República.

E por que o Supremo está pedindo essa licença? Está pedindo por que o mandatário da Nação foi flagrado em atitudes totalmente anti-republicanas, em conluio com empresários, ambas as partes claramente praticando corrupção.

Então, cabe a cada um de nós, parlamentares, conceder exatamente o que o Supremo está pedindo, isto é, licença para investigar o senhor Michel Temer, pela conduta praticada e amplamente do conhecimento público.

Tenho, sobre isso, uma posição que pode até divergir de outros companheiros, mas, não vejo outra saída, a não ser ir à sessão da Câmara e aberta e claramente votar favorável ao pedido do Supremo, posição que é majoritária no seio do povo brasileiro, pressionando para que parlamentares de outros partidos tenham que se expor, sem vacilação, sobre o pedido do Supremo.

Minha história no Partido dos Trabalhadores é sobejamente conhecida de todos, tendo, já, presidido a sigla na Bahia, assim como sido membro efetivo dos órgãos da direção nacional petista. Como poderia, então, votar contra a orientação do PT, que é a de ser favorável ao pedido do STF?

Agora, uma outra coisa é enxergar o voto a favor do pedido do Supremo como um ato meramente em pró da ascensão do deputado Rodrigo Maia à Presidência da República. Ora, os dois, Maia e Temer, são faces de um mesmo golpe institucional, o golpe que destituiu uma presidente honesta e legitimamente eleita pela maioria da população brasileira.

Tenho claro, assim como todo o partido também, de que a verdadeira saída para o país tem de acontecer pela via da realização de eleições diretas, já, para que a Nação possa se reencontrar com a democracia após o nefasto golpe de 2016.

Por conta de posições dúbias veiculadas pela mídia, e a mim atribuídas, é que escrevo este artigo para deixar clara minha posição, que é, repito, a de votar favorável ao pedido do Supremo, comparecendo à sessão plenária da Câmara, a fim de que Temer possa responder, na Justiça, pelos seus atos.

Continuarei, como sempre, absolutamente fiel ao meu partido, o Partido dos Trabalhadores (PT), que implementou nesse país uma verdadeira revolução no modo de gerir o Estado, quando praticou uma ampla e necessária distribuição de renda, fazendo com o que o país desaparecesse do mapa da fome.

Viva o PT! Viva os trabalhadores! Viva o povo brasileiro! Eleições diretas, já!

Eleições diretas, já!

Artigos    + 14/03/16

Contra o revanchismo e a favor da democracia

Josias Gomes
 
casal com babá em copacabana
As manifestações de hoje pelo país seguem o mesmo roteiro de sempre: uma população nas ruas, basicamente composta por gente de classe média alta para cima, com a participação de políticos de oposição, todos eles interessados em assumir o governo sem que para isso tenham vencido, democraticamente, a última eleição.
 
Conforme já avalia grande parte dos especialistas, mesmo que composta por um extrato social de maior poder aquisitivo, bem além de contestar o governo da presidenta Dilma Rousseff, há sinais bastante evidentes de que o que existe no país, hoje, é o esgotamento de um sistema político que deseja ser mantido pela esmagadora maioria dos políticos presentes aos atos.
 
Há muito tempo que o PT busca, no Congresso Nacional, mudar o sistema político atual de conformidade com os interesses da população. Proposta de plebiscito, com esse objetivo, já foi apresentada pelos deputados e senadores do partido, mas prontamente rechaçada pelos oposicionistas, que desejam que tudo fique exatamente como se encontra.
 
Voltando à composição social dos atos promovidos neste domingo (13) – que em São Paulo teve o apoio aberto do governo do Estado, com a proibição explícita de qualquer outro tipo de manifestação –, viralizou na Internet a foto e o vídeo de um rico casal carioca se encaminhando para os “protestos”, sendo seguido por uma empregada doméstica, preta e pobre, conduzindo o carrinho com os bebês dos dois.
 
É desta forma que a população mais pobre vai a manifestações desse tipo, servindo, em um dia de domingo, de serviçal aos seus senhores. Os pobres desse país sabem muito bem a profunda divisão social que existia até o governo do PT começar a mudar a situação, a partir de 2003, quando o ex-presidente Lula assumiu o governo pela primeira vez.
 
O que deseja, mesmo, a maioria dos políticos de oposição que estiveram misturados aos atos de protestos desse domingo é o assalto ao poder. Aliás, convém notar que muitos desses políticos foram vaiados, em plena rua, a exemplo de Alckmin, Aécio, Marta Suplicy (chamada de ‘vira casaca’), e, aqui na Bahia, José Carlos Aleluia.
 
Importa também considerar a intolerância que caracteriza esses atos, cercados de ódio e atitudes violentas. Em São Paulo, a polícia de Alckmin, interrompeu uma reunião sindical de apoio a Lula, numa atitude que fere os mais sagrados princípios democráticos de direito à reunião, conquistados pelos trabalhadores.
 
Também a sede da União Nacional dos Estudantes (UNE), entidade emblemática na história das lutas democráticas em nosso país, foi alvo da ação de oposicionistas carregados de ódio, que investiram, com o uso de vandalismo, contra a sede da entidade mais representativa dos estudantes brasileiros.
 
Não, não é por aí que esses oposicionistas vão atender aos legítimos anseios da população por aperfeiçoamentos democráticos, usando de atitudes que ferem frontalmente a democracia.
 
Imagine o que poderia fazer essa turma com o poder nas mãos, de volta! O que seria da incipiente democracia brasileira, então!?
Da mesma forma como sempre agimos em toda a nossa vida política, nós, que fazemos o Partido dos Trabalhadores, vamos continuar vigilantes em defesa da democracia e do respeito a um governo que conquistou, nas urnas, o direito de governar o país. Entendendo que se há melhorias de gestão a fazer, que isso seja feito através da união, e, não, da divisão do país.
 
Esse dia 13 de março de 2016 vai ficar na história, sim. Mas, como
um dia para ser lembrado por seus aspectos de lição para a democracia, que jamais poderá ser exercida por quem prega o ódio e investe contra direitos constitucionais absolutamente sagrados e conquistados nas mais sangrentas lutas contra o autoritarismo, no país.

Artigos    + 05/03/16

Às ruas, companheiros e companheiras!

 

Josias-Gomes

Josias Gomes- militante petista

O inconformismo toma conta do PT e de seus militantes, e tal sentimento encontra razão de ser em função de tudo o que as elites brasileiras vêm armando contra o partido e  contra as conquistas sociais que vêm marcando a história do Brasil, desde 2003.

Na verdade, também essas elites estão inconformadas pelo fato de que alguém vindo das camadas menos favorecidas da população chegou ao poder e, então, trabalhou incansavelmente na busca de construir uma sociedade menos injusta, no país.

Arma-se todo um aparato para comprometer moral e eticamente o PT, seus líderes e todos os que ousaram, desde 2003, colaborar na construção de um país mais justo para com os seus filhos, o que aos poucos vai sendo conseguido.

Essa turma, a mesma que deseja dar sequência a toda uma história de poder inteiramente voltada para os interesses dos mais ricos, aproveita um período de crise econômica, provocada por uma situação econômica mundial desfavorável, para pregar a desarmonia.

lulanew

Não é preciso muito conhecimento de história, afinal, para reconhecer que em 500 anos de existência, o povo brasileiro apenas assistiu à sucessão de gestores com o mesmo objetivo: o de fazer perpetuar os interesses dos poderosos.

Desde o início desse processo, agora, de tentativa de desmoralização do PT e de seus líderes que o objetivo é um só, sempre buscado de forma escancarada: destruir a imagem do companheiro e ex-presidente Lula, símbolo maior das mudanças ocorridas no Brasil, nos últimos anos.

Nesse tenebroso 04 de março de 2016 acabou materializando-se o maior objetivo das elites, quando, não contentes em revistar a casa de Lula, acabaram levando o ex-presidente, à força, para prestar depoimento à Polícia Federal.

Juristas renomados, muitos deles não alinhados com o PT, inclusive um ministro do Supremo Tribunal Federal, estão criticando abertamente a condução coercitiva decidida pelo juiz Sérgio Moro, considerando-a como contrária às regras judiciais.

Como disse Lula, ele nunca se negou a prestar depoimento à Polícia Federal, e o fez em outros momentos, tão logo foi chamado para tal procedimento, inexistindo, portanto, causa para que a condução coercitiva fosse determinada.

Tudo na verdade faz parte de uma imensa articulação que visa, exclusivamente, desmoralizar Lula perante o seu partido, e, ainda, no seio da população brasileira, perfeitamente consciente de tudo o que foi feito, em seu favor, pelo PT, por Lula, e, agora, pela presidenta Dilma.

cru

Na qualidade de um parlamentar federal do PT, apenas, no momento, licenciado para colaborar na gestão do governo petista na Bahia, sinto-me na obrigação de me dirigir aos companheiros e companheiras de partido para alertar sobre esse golpe em curso.

Num momento tão grave como este, é preciso, como diz o presidente Lula, não abaixar a cabeça, pois é justamente isso o que desejam os que trabalham para a desmoralização do PT e de todo um trabalho que está sendo feito para mudar os rumos da história do Brasil.

Ao fazer o alerta, aproveito para também conclamar os companheiros e companheiras a assumirem as ruas em defesa do projeto partidário, e, na mesma linha, da história pessoal construída por Lula durante os últimos 40 anos da vida nacional, desde a luta contra a ditadura.

Vamos pois, todos juntos, manifestar claramente a nossa disposição em continuar construindo o Partido dos Trabalhadores, uma tarefa seriamente ameaçada, neste momento, pela ação indisfarçável dos nossos adversários.

Às ruas companheiros e companheiras, em defesa do PT, do companheiro e ex-presidente Lula e, mais do que isso, de todas as conquistas do povo brasileiro desde a ascensão do partido ao governo do país no histórico ano de 2003.

Artigos    + 26/02/16

Firmemente, estamos ao lado da Ceplac

Josias Gomes
Por Josias Gomes, Deputado Federal Licenciado e Secretário de Estado das Relações Institucionais -,
e Everaldo Anunciação, funcionário da CEPLAC e presidente estadual do PT
Everaldo-Anunciação
Às vésperas de completar 60 anos, o que acontecerá em 20 de fevereiro de 2017, a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), forte símbolo da cacacuicultura do Brasil, pode estar perto de sofrer um rude golpe.
 
Vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Ceplac atua em seis estados (Bahia, Espírito Santo, Pará, Amazonas, Rondônia e Mato Grosso), por onde se espalha a cultura do cacau no país.
O golpe vem na forma de possível rebaixamento em seu status legal, passando da atual condição de órgão da administração direta a uma simples coordenação, o que fará com que a Ceplac tenha prejuízos significativos nas partes orçamentária, administrativa e financeira.
 
cacau 1
Tudo isso, sem qualquer sombra de dúvida, deve prejudicar enormemente o andamento dos diversos projetos de pesquisa e de desenvolvimento de novas tecnologias quer caracterizam o trabalho da Comissão.
 
Não precisa dizer, ainda, o efeito danoso que um rebaixamento institucional desse porte vai produzir em meio aos técnicos, agrônomos e funcionários da Ceplac, principalmente em virtude da redução dos recursos e das condições de trabalho na instituição.
 
Desde que cheguei à Bahia (no meu caso específico, Josias) estabeleci, na condição de agrônomo, profunda ligação com o trabalho da Ceplac. Nós dois, ligados no mesmo trabalho, desde então, sabemos bem da motivação que guia seus quadros na condução dos trabalhos em favor da cacauicultura e demais sistemas agroflorestais, não só do Estado, mas, ainda, do País como um todo.
ceplac-frente
Em parceria, desde então, nós assistimos e participamos das angústias e das intervenções técnicas feitas pela Ceplac para enfrentar a praga da vassoura de bruxa, que quase dizimou a produção de cacau na Bahia.
 
A partir da chegada dessa praga no Estado, com efeitos trágicos na cacauicultura local, foi na Ceplac que agricultores e produtores em geral buscaram o apoio para enfrentá-la, o que acabou produzindo resultados cada vez mais estimuladores.
 
Pesquisas resultaram então na descoberta do primeiro fungicida biológico para lavouras de cacau, o Tricovab, que, durante 10 anos foi submetido a testes em campo, com eficácia comprovada tanto em tecido morto quanto em tecido vivo. Em 2013, o Tricovab acabou virando produto comercial.
 
Pelo trabalho da Ceplac, não apenas com a utilização do Tricovab, como pela introdução de clones e manejo adequado do solo, do total de 473,6 mil hectares de terra, 150 mil haviam sido devidamente recuperados, em 2013. Esses números só avançaram desde então.
 
Nesses quase 60 anos de existência, portanto, sobreviveu e avançou a cultura do cacau no país, sob a égide do trabalho desenvolvido pela gente da Ceplac, gente que, agora, se vê ameaçada pela minimização da estrutura legal da Ceplac.
 
cacau 2
cacau
O pior é que a ameaça ocorre justamente no momento que a Ceplac, mais ativamente a partir de 2012, desenvolve plano de contingência para livrar o Brasil da monília, uma praga devastadora, ainda não relatada no país, mas já identificada a 150 km do Acre.
 
Não é possível admitir, creio firmemente nisso, em tal possibilidade, qual seja, a de ver a Ceplac rebaixada ao nível de uma simples coordenação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
 
Nesse momento queremos deixar claro o nosso alinhamento ao lado de todos que, na Ceplac ou fora dela, se dispõem a lutar para que a instituição mantenha o atual status de órgão da administração direta, vinculado ao Mapa.
 
Temos certeza de que a Ceplac necessita de uma reforma. Mas, de uma reforma que a aperfeiçoe, e, mais do que isso, faça com que a Comissão cresça em dimensão institucional, e, não, como se quer, diminua.
 
É nesse propósito que reafirmamos nossa profissão de fé com relação a Ceplac, uma entidade que tem marcado não apenas a história da cacuicultura, mas, por extensão, a própria história da agricultura brasileira.

Artigos    + 11/02/16

Carnaval sem corda, retorno sem volta

Josias

Por Josias Gomes, secretário de Relações Institucionais do Estado da Bahia

Transcorreu animado e tranqüilo o carnaval de Salvador, em sua versão 2016. O esforço do poder público na promoção do carnaval sem cordas, deste ano, marcará a história da folia baiana, na base do “antes e depois”.
Neste particular, a dedicação do governador Rui Costa na atração de patrocínios aos artistas mais famosos da música da Bahia está sendo reconhecida pelo povo, que brinca como sempre, só que com mais liberdade e democracia.

Fundamental lembrar que a participação de marcas famosas no patrocínio aos grandes trios, conforme acertado pelo governo estadual, não representou qualquer exclusividade a mais do que a exposição dessas marcas através de adereços e cartazes de publicidade.

Faço o parêntesis para lamentar a decisão da prefeitura soteropolitana em tornar exclusiva a venda de determinada marca de cerveja em todo o circuito da folia, incluindo ruas adjacentes. Bem diverso, pois, do que fez o governo, que garantiu, apenas, a exposição das marcas.

Lembrando, ainda, que tal exclusivismo submete ambulantes e comerciantes de bebidas, em geral, à venda de uma só marca, quebrando todo o princípio da livre concorrência, reduzindo os lucros de quem precisa escolher o menor preço, e prejudicando o folião-consumidor.

Lamentável o resultado de tudo isso na forma de um tumulto enorme que envolveu ambulantes e seguranças da prefeitura, um fato lamentável que acabou empanando, nacionalmente, o brilho do carnaval baiano, em virtude da natural cobertura da grande mídia.

Com essa restrição à política da Prefeitura de Salvador, restrição feita, aliás, pela ampla maioria da população, é importante continuar comemorando a novidade deste ano, que é o carnaval sem cordas, com o governo do estado investindo recursos nos trios menores.

Dessa maneira, com a atração do capital privado aos trios maiores, para que estes abandonassem as cordas, e com o poder público garantindo a participação dos menos famosos, o governo Rui Costa acabou gastando menos do que ano passado.

Item fundamental tem sido o da segurança pública, que vai rendendo seus frutos na forma da redução de roubos, furtos e outros crimes no Carnaval 2016, com o governo estadual investindo forte no policial, através do pagamento de horas extras, devidamente.

Foram estabelecidos 48 portais de segurança, onde os foliões são inspecionados por detectores de metal e passam por uma pesquisa no banco de dados criminal. Armas e gente com pendências criminais não passam.

A experiência vai se reproduzir no próximo ano, certamente, com mais economia, ainda, pela atração das mesmas marcas deste ano, e de novas marcas – por que não? – para que a concorrência acabe reduzindo ainda mais a participação do poder público.

Investir no carnaval, principalmente em se tratando do carnaval da Bahia, que atrai turistas do Brasil, das Américas, de todo o mundo, é contribuir para o aporte de recursos a grandes e pequenos empresários, fazendo o dinheiro circular na cidade, e beneficiar o próprio estado.

Ainda com relação ao carnaval do próximo ano, cumpre assinalar duas decisões do governador Rui Costa: uma delas, vimos comentando ao longo dos últimos parágrafos, que é o de ampliar o carnaval sem cordas em 2017.

Taxativamente, decidiu o governador que a atual gestão vai envidar todos os esforços para que o carnaval sem cordas seja, definitivamente, uma realidade a caracterizar o carnaval baiano, conforme já foi um dia.

Enfim, festejar o anúncio feito por Rui Costa de dedicar o carnaval do Pelourinho, do próximo ano, aos 50 anos do Tropicalismo, um movimento cultural – que não se restringiu apenas à música -, liderados pelos baianíssimos, e internacionais, Gil e Caetano.

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